sábado, 27 de outubro de 2012

Soneto da Lua, Céu e Mar



O Mar, triste, lamentava-se:
- Adoro-te Lua, mas nunca hei de encontrar-te!
E o céu, ouvindo, sentindo culpado, resignava-se...
- Serás culpa minha? Disso não quero parte!

Sentindo-se culpado, teve uma grande ideia:
- Mudarei a forma da abóboda, serás curva!
Então a Lua, pode aproximar-se, sair da plateia!
- Não chores Mar Querido, todas as noites, serei tua!

Teu nome, sem igual traduz essa lenda....
Você és, acalanto e aconchego...
Teu seio, afaga, teu carinho me alimenta....

Não consigo pensar em mundo sem ti..
Lua, céu e mar.....harmonia completa
Amar-te é pouco...minha mãe.....Lucelma!!

Ronaldo Camillo Rigante – Abril de 1998

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